Alto Paraíso de Goiás - GO
O astral místico e as incontáveis belezas naturais da Chapada dos Veadeiros fazem de Alto Paraíso de Goiás um ponto de encontro de diversas tribos. Por lá, reúnem-se esotéricos, ecoturistas e aventureiros em perfeita harmonia - também, pudera! Em um cenário contornado por cânions gigantescos, paredões rochosos, rios cristalinos, cachoeiras, piscinas naturais e minas de quartzo, somente a paz pode reinar.

Vale da Lua: piscinas entre as formações rochosas
proporcionam banhos vigororos - Foto: Ana Cavalcante
Para proteger tanta beleza o governo criou, em 1961, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, acessível pelo vilarejo de São Jorge, a 36 quilômetros de Alto Paraíso. Na área de 65 mil hectares há poucas trilhas abertas a visitação, mas elas levam - ainda bem - aos clássicos cartões-postais da região. Entre eles estão os Saltos do rio Preto, que formam cascatas de até 120 metros de altura e a maior piscina natural da área, que chega a 300 metros de diâmetro. Para conhecer as quedas é preciso ficar atento: a reserva tem lotação limitada diária e para fazer os passeios é obrigatório o acompanhamento de guias.
Curtir os arredores do parque também exige a contratação de profissionais. Do lado de fora estão dezenas de atrações, como o Vale da Lua, um conjunto de rochas de cor cinza-claro semelhantes às crateras lunares. O rio corre entre os buracos formando poços liberados para relaxantes banhos. Lá perto fica o Jardim de Maytrea, um verdadeiro oásistomado por veredas de buritis e campos floridos.
Passear pela chapada não é tarefa das mais fáceis. Um mínimo de preparo é necessário para encarar as trilhas, algumas íngremes e cansativas. Mas só de imaginar as belezas escondidas no final do caminho vale a pena prosseguir. Entre uma parada e outra, aprecie a vegetação típica do cerrado, colorida por ipês, bromélias e aroeiras; ou acompanhe os vôos dos periquitos e das araras, que cortam os céus sempre em bandos. Quem tem espírito aventureiro pode curtir as paisagens de ângulos inusitados através da prática de atividades radicais como canyoning, cascading, tirolesa e rapel.
Depois de tanto desgaste físico, nada como recuperar as energias nos centros de massagens e meditação que ocupam insólitas construções em forma de pirâmide. De acordo com os místicos, a região é o coração magnético do país por estar sobre uma das maiores concentrações de cristal de quartzo do mundo. Se o esoterismo não é sua praia, relaxe nas pousadas charmosas, nos bons restaurantes ou nas lojinhas - especializadas em cristais e incensos!
Miranda - MS
A maneira mais interessante de chegar em Miranda é embarcando no Trem do Pantanal que, depois de 18 anos parado, volta a fazer uma das mais bonitas viagens do país. As composições partem de Campo Grande aos sábados rumo à cidade a 220 quilômetros da capital.

Trem do Pantanal: Passeio volta à ativa depois de 18 anos
Foto: Divulgação
A primeira metade do trajeto é marcada pelo cerrado: grandes pastagens, com presença de rebanhos de gado e formações rochosas. Chegando à estação do município de Aquidauana, o trem para por duas horas e meia e permite aos passageiros desfrutarem do local onde começa a transição para a mata verde de solo úmido. Passeios de barco e a cavalo são opções para preencher o intervalo da viagem, assim como a degustação de pratos típicos à base de peixes.
De Aquidauana, a composição segue até Miranda, num trecho em que os passageiros podem observar, pelas janelas das composições, algumas espécies típicas da região, como tucanos e araras-azuis. A viagem de volta acontece aos domingos.
Uma vez no Centro de Miranda, o destaque fica por conta da preservada arquitetura do início do século 20. Nos arredores, vale curtir as variadas opções de hospedagens, cada vez mais preparadas para o ecoturismo. Muitos hotéis e pousadas funcionam em fazendas confortáveis e oferecem atividades para observar os animais pantaneiros. Entre elas estão cavalgadas, trilhas, safáris fotográficos e focagem noturna de jacarés.
Antes de embarcar, fique atento às peculiaridades de cada estação - a das cheias, por exemplo, vai de dezembro a março e é marcada pelas chuvas intensas, que alagam parte do Pantanal. O período apresenta temperaturas ainda mais altas e é ideal para se observar as aves. Os mamíferos são mais raros nessa época, pois fogem das águas e se escondem nas partes mais altas, as chamadas cordilheiras.
Já entre julho e setembro, a seca transforma a região em uma área de pastagens imensas. É o período ideal para se conferir as características dos mamíferos. Sem falar que em agosto, pouco antes do início da primavera, as árvores começam a florescer. O período intermediário entre a cheia e a vazante - de abril a maio - é marcado pela formação de lagoas e poças de água que represam algumas das 260 espécies de peixes (dourados, pintados, pacus, piranhas, traíras), proporcionando o aparecimento de seus predadores, como aves e jacarés.
Barra do Garças - MT
O Parque Estadual da Serra Azul, um dos braços da mística Serra do Roncador, é a principal atração da cidade. Repleta de cachoeiras, trilhas, grutas, sítios arqueológicos, flora e fauna nativas, a reserva ocupa uma área de 11 mil hectares cercados de lendas e mistérios. Os passeios, que devem ser feitos com guias, levam ao Mirante do Cristo, local perfeito para apreciar o encontro dos rios Garças e Araguaia; e às cachoeiras da Maçonaria, do Cristal e do Pé-da-Serra, consideradas as mais bonitas.

Cristal: Cachoeira é um dos cartões-postais do
Parque Estadual - Foto: Edivilson Arneiro
Fora da área do parque, onde há diversas comunidades esotéricas e tribos indígenas, há muito para se ver. Algumas curiosidades chamam a atenção dos estudiosos, como a Caverna dos Pezinhos, com marcas de pegadas nas paredes e no teto, sendo algumas com seis dedos. Já a Lagoa Encantada nunca teve sua profundidade determinada e, apesar das águas limpas, não abriga nenhuma forma de vida. Na Gruta Seca - na verdade, um conjunto de túneis -, uma das câmaras abriga um mobiliário de pedra semelhante aos modernos, enquanto as outras são tomadas por estranhas formações de estalactites e estalagmites.
Para quem quer distância dos mistérios que assolam a região, a dica é curtir as praias formadas pelo rio Araguaia. Esportes náuticos e pesca são as atividades preferidas. No período de secas - inverno -, shows musicais movimentam as prainhas, não raro visitadas por botos-cor-de-rosa!
Jalapão - TO
Pouco conhecido e selvagem, o Parque Estadual do Jalapão é afastado e de difícil acesso. Apesar do isolamento e do clima de deserto, a região está entre as mais bonitas do país graças à vida e às cores que emanam da natureza. No meio do cerrado correm lobos-guarás e veados-mateiros, enquanto longínquas estradas de muita terra levam a verdadeiros oásis cercados por cachoeiras, poços de águas verde-esmeralda, dunas gigantescas...

Cachoeira do Formiga: Pequena queda forma piscina perfeita
para banhos - Foto: Ricardo Brito - Embratur
A incomunicabilidade - celulares não pegam e não há orelhões -, reforça o contato total e exclusivo com natureza e seus encantos. A infraestrutura para explorar cada recanto, porém, existe. Por conta dasgrandes distâncias e das poucas opções de hospedagem e alimentação, diversas agências de viagens oferecem roteiros para conhecer o Jalapão - e contratar uma é a maneira mais indicada para encarar a "expedição".
Os serviços costumam incluir traslado em veículos 4x4 a partir de Palmas - a quase 200 quilômetros de Ponte Alta do Tocantins, considerada a porta de entrada do parque e acessível por estrada asfaltada - além de passeios rumo aos principais atrativos, como a cachoeira da Velha, o Fervedouro, as Dunas e o Mirante, todos distantes entre si e próximos do município de Mateiros. Os pacotes também incluem pernoites em acampamentos com direito a banho quente e refeições.
Calor, sacolejo e cansaço andam de mãos dadas na região. A trinca, porém, perde força quando o visitante aprecia o pôr do sol do alto dos montes de areia alaranjada, mergulha nas águas cristalinas das quedas d'água e das prainhas ou curte um rafting no Rio Novo. Quem não abre mão de fazer compras, mesmo estando em um lugar como o Jalapão, encontra uma agradável surpresa: o artesanato em capim dourado, produzido na comunidade quilombola de Mumbuca.
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| Vale da Lua: piscinas entre as formações rochosas proporcionam banhos vigororos - Foto: Ana Cavalcante |
Curtir os arredores do parque também exige a contratação de profissionais. Do lado de fora estão dezenas de atrações, como o Vale da Lua, um conjunto de rochas de cor cinza-claro semelhantes às crateras lunares. O rio corre entre os buracos formando poços liberados para relaxantes banhos. Lá perto fica o Jardim de Maytrea, um verdadeiro oásistomado por veredas de buritis e campos floridos.
Passear pela chapada não é tarefa das mais fáceis. Um mínimo de preparo é necessário para encarar as trilhas, algumas íngremes e cansativas. Mas só de imaginar as belezas escondidas no final do caminho vale a pena prosseguir. Entre uma parada e outra, aprecie a vegetação típica do cerrado, colorida por ipês, bromélias e aroeiras; ou acompanhe os vôos dos periquitos e das araras, que cortam os céus sempre em bandos. Quem tem espírito aventureiro pode curtir as paisagens de ângulos inusitados através da prática de atividades radicais como canyoning, cascading, tirolesa e rapel.
Depois de tanto desgaste físico, nada como recuperar as energias nos centros de massagens e meditação que ocupam insólitas construções em forma de pirâmide. De acordo com os místicos, a região é o coração magnético do país por estar sobre uma das maiores concentrações de cristal de quartzo do mundo. Se o esoterismo não é sua praia, relaxe nas pousadas charmosas, nos bons restaurantes ou nas lojinhas - especializadas em cristais e incensos!
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| Trem do Pantanal: Passeio volta à ativa depois de 18 anos Foto: Divulgação |
De Aquidauana, a composição segue até Miranda, num trecho em que os passageiros podem observar, pelas janelas das composições, algumas espécies típicas da região, como tucanos e araras-azuis. A viagem de volta acontece aos domingos.
Uma vez no Centro de Miranda, o destaque fica por conta da preservada arquitetura do início do século 20. Nos arredores, vale curtir as variadas opções de hospedagens, cada vez mais preparadas para o ecoturismo. Muitos hotéis e pousadas funcionam em fazendas confortáveis e oferecem atividades para observar os animais pantaneiros. Entre elas estão cavalgadas, trilhas, safáris fotográficos e focagem noturna de jacarés.
Antes de embarcar, fique atento às peculiaridades de cada estação - a das cheias, por exemplo, vai de dezembro a março e é marcada pelas chuvas intensas, que alagam parte do Pantanal. O período apresenta temperaturas ainda mais altas e é ideal para se observar as aves. Os mamíferos são mais raros nessa época, pois fogem das águas e se escondem nas partes mais altas, as chamadas cordilheiras.
Já entre julho e setembro, a seca transforma a região em uma área de pastagens imensas. É o período ideal para se conferir as características dos mamíferos. Sem falar que em agosto, pouco antes do início da primavera, as árvores começam a florescer. O período intermediário entre a cheia e a vazante - de abril a maio - é marcado pela formação de lagoas e poças de água que represam algumas das 260 espécies de peixes (dourados, pintados, pacus, piranhas, traíras), proporcionando o aparecimento de seus predadores, como aves e jacarés.
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| Cristal: Cachoeira é um dos cartões-postais do Parque Estadual - Foto: Edivilson Arneiro |
Para quem quer distância dos mistérios que assolam a região, a dica é curtir as praias formadas pelo rio Araguaia. Esportes náuticos e pesca são as atividades preferidas. No período de secas - inverno -, shows musicais movimentam as prainhas, não raro visitadas por botos-cor-de-rosa!
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| Cachoeira do Formiga: Pequena queda forma piscina perfeita para banhos - Foto: Ricardo Brito - Embratur |
Os serviços costumam incluir traslado em veículos 4x4 a partir de Palmas - a quase 200 quilômetros de Ponte Alta do Tocantins, considerada a porta de entrada do parque e acessível por estrada asfaltada - além de passeios rumo aos principais atrativos, como a cachoeira da Velha, o Fervedouro, as Dunas e o Mirante, todos distantes entre si e próximos do município de Mateiros. Os pacotes também incluem pernoites em acampamentos com direito a banho quente e refeições.
Calor, sacolejo e cansaço andam de mãos dadas na região. A trinca, porém, perde força quando o visitante aprecia o pôr do sol do alto dos montes de areia alaranjada, mergulha nas águas cristalinas das quedas d'água e das prainhas ou curte um rafting no Rio Novo. Quem não abre mão de fazer compras, mesmo estando em um lugar como o Jalapão, encontra uma agradável surpresa: o artesanato em capim dourado, produzido na comunidade quilombola de Mumbuca.
Bonito - MS
Bonito seria uma pacata cidadezinha do interior se, em meados dos anos 70, o peão de uma fazenda não tivesse descoberto um buraco no chão. Dentro do buraco de 72 metros de profundidade - batizado de abismo Anhumas - havia um imenso lago de águas cristalinas tomado por estalactites. Aos poucos, o tal buraco, a encantadora gruta da Lagoa Azul, as cachoeiras e os rios incrivelmente transparentes e repletos de peixes coloridos ganharam fama e infraestrutura turística, tornando a região, na década de 90, uma espécie de Disney ecológica. Cavernas e quedas d´água transformaram-se em pano de fundo para a prática do rapel; as matas foram cortadas por trilhas planejadas e circuitos de arvorismo; e os rios - verdadeiros aquários naturais graças ao calcário das rochas que contornam os leitos - viraram cenários para mergulhos autônomos e livres. E assim deverá continuar para sempre.
Exemplar no quesito turismo sustentável, Bonito faz bonito quando o assunto é preservação e exploração da natureza de maneira responsável. Por questões ambientais, os passeios que levam a cachoeiras, grutas, trilhas e nascentes são obrigatoriamente acompanhados por guias locais credenciados. Sem eles, é impossível curtir os atrativos - muitos recebem um número limitado de visitantes por dia e ficam dentro de propriedades particulares, sendo fundamental fazer reservas com antecedência nas agências da cidade. A rígida fiscalização proibiu, por exemplo, o rapel no Buraco das Araras - o interior da fenda é abrigo de aves diversas -, além de uma séria de outras atividades, como a pesca nos rios da região. Todo o esforço é válido para conservar as belezas que tanta fama garantem ao lugar.
Paraíso dos aventureiros, Bonito reserva espaço também para quem quer apenas contemplar os santuários. Para esta turma há cavalgadas e passeios de bicicleta. E, por mais que a água seja fria, não há como se esquivar da flutuação, uma espécie de mergulho livre. Equipado com máscara, snorkel, roupas e botas de neoprene, basta soltar o corpo que a correnteza e a natureza se encarregam do resto: apresentar as magníficas e coloridas flora e fauna dos rios, que por tanto tempo ficaram isoladas pelo anonimato.
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| Gruta do Lago Azul: Toda a beleza das grutas de Bonito Foto: Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul |
Paraíso dos aventureiros, Bonito reserva espaço também para quem quer apenas contemplar os santuários. Para esta turma há cavalgadas e passeios de bicicleta. E, por mais que a água seja fria, não há como se esquivar da flutuação, uma espécie de mergulho livre. Equipado com máscara, snorkel, roupas e botas de neoprene, basta soltar o corpo que a correnteza e a natureza se encarregam do resto: apresentar as magníficas e coloridas flora e fauna dos rios, que por tanto tempo ficaram isoladas pelo anonimato.
Chapada dos Guimarães - MT
Impressionantes paredões de arenito vermelho-alaranjado - marcas registradas da Chapada dos Guimarães - dão as boas-vindas aos turistas que aportam no coração do Mato Grosso. Porta de entrada do Parque Nacional, a cidade que leva o mesmo nome da reserva oferece pousadas confortáveis, restaurantes charmosos e uma pracinha que, nos finais de semana, funciona como feirinha de artesanato durante o dia e ponto de encontro dos visitantes quando a noite cai.
A 13 quilômetros do centro, o parque criado em fins dos anos 80 ocupa uma área de 330 quilômetros. O cenário perfeito combina cerrado, cachoeiras e cânions, além de pinturas rupestres e formações rochosas que enchem os olhos de ecoturistas e esotéricos. As muitas trilhas, desbravadas a pé ou de bike, levam a mirantes naturais que descortinam maciços montanhosos e, em dias claros, avista-se a planície pantaneira e a capital Cuiabá, a quase 70 quilômetros de distância. Os caminhos conduzem ainda ao cartão-postal da Chapada: a cachoeira Véu de Noiva, com 86 metros de queda e vista panorâmica. Lá embaixo, há um poço de águas cristalinas, mas os banhos foram proibidos por conta de um acidente em 2008.
Quem está com o preparo físico em dia deve incluir no roteiro o trekking em direção ao Morro de São Gerônimo, o mais alto da região, com 836 metros de altitude. Sãocinco horas de caminhada e trinta minutos de escalada - só a ida. O esforço vale a pena levando-se em conta a paisagem panorâmica e as atrações ao longo do caminho: as muitas formações rochosas curiosas, batizadas como Casa de Pedra, Jacaré de Pedra, Cogumelo de Pedra, Totem, Mesa do Sacrifício...
Fora da reserva também há muitas belezas. Uma das mais encantadoras é a caverna Aroe Jari, uma gigantesca gruta de arenito - 1.500 metros de extensão - com inscrições rupestres. Seu conjunto inclui ainda a Lagoa Azul, de águas transparentes e mergulho proibido. Também merece destaque a Cidade de Pedra, emoldurada por rochas pontiagudas que remetem a castelos medievais. As formações espalham-se por cânions que chegam a 350 metros de altura em meio a escarpas freqüentadas por belas araras-vermelhas.
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| Véu da Noiva: Cachoeira de 86 metros de queda é cartão-postal do parque - Foto: Setur Chapada dos Guimarães |
Quem está com o preparo físico em dia deve incluir no roteiro o trekking em direção ao Morro de São Gerônimo, o mais alto da região, com 836 metros de altitude. Sãocinco horas de caminhada e trinta minutos de escalada - só a ida. O esforço vale a pena levando-se em conta a paisagem panorâmica e as atrações ao longo do caminho: as muitas formações rochosas curiosas, batizadas como Casa de Pedra, Jacaré de Pedra, Cogumelo de Pedra, Totem, Mesa do Sacrifício...
Fora da reserva também há muitas belezas. Uma das mais encantadoras é a caverna Aroe Jari, uma gigantesca gruta de arenito - 1.500 metros de extensão - com inscrições rupestres. Seu conjunto inclui ainda a Lagoa Azul, de águas transparentes e mergulho proibido. Também merece destaque a Cidade de Pedra, emoldurada por rochas pontiagudas que remetem a castelos medievais. As formações espalham-se por cânions que chegam a 350 metros de altura em meio a escarpas freqüentadas por belas araras-vermelhas.

